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Adriano Cim Bodenmuller - Após 88 anos de sua morte , corpo de Madre Clélia estava Incorrupto
25/04/2019 16:18 em Novidades

 

O tema foi assunto principal do Programa como um Grão de Trigo, apresentado na Azambuja Web Rádio, pela Irmã Arminda Rocha, das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. 

Clélia Merloni foi encontrado intacto 88 após sua morte, durante exumação necessária para o processo de beatificação,  justamente durante a cerimônia de beatificação da madre, que é fundadora do Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus (IASCJ), do qual a Universidade do Sagrado Coração (USC) faz parte.

PRIMEIRA EXUMAÇÃO

Madre Clélia morreu em Roma, em 21 de novembro de 1930, e foi enterrada inicialmente no cemitério Campo Verano, que foi bombardeado durante a Segunda Guerra Mundial, quando muitas sepulturas foram destruídas e danificadas. Com o fim do conflito, foram iniciadas as buscas para encontrar, em meio à devastação, os restos mortais da fundadora da IASCJ.

A assessoria do instituto relata que o caixão de madre Clélia foi encontrado ainda selado, sendo levado à presença da superiora geral para a abertura. Mesmo depois de 15 anos de sua morte, seu corpo ainda estava intacto.

Em 20 de maio de 1945, solenidade de Pentecostes, o corpo de madre Clélia foi, então, carregado em procissão fúnebre para a igreja dedicada a Santa Margarida Maria Alacoque, na Casa Geral das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus, em Roma, Itália, conforme previsto pelo direito Canônico.

Em sua lápide, há a inscrição "Madre Clélia Merloni, fundadora do Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. O Coração Divino foi a luz da sua existência. O pobre, o oprimido, o infeliz, o seu palpitar mais terno. Ela viveu a pureza, a simplicidade e a caridade".

 

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